A Grã-Bretanha quer proibir a venda de bebidas energéticas para menores de idade. Uma consulta pública determinará se o limite de idade deve ser de 16 ou 18 anos. O objetivo: lutar contra a obesidade e problemas cardíacos, entre outros. Onde estamos em casa? O consumo dessas bebidas é emoldurado?

 

A Inglaterra está atacando uma verdadeira praga. Lá, um quarto das crianças de 6 a 9 anos consomem bebidas energéticas. Pior , eles são mais de 2/3 quando se tornam adolescentes. Em casa, essas bebidas também são populares entre os jovens.

 

Na Europa, cerca de 16% consomem entre 4 e 5 por semana. Obesidade, problemas cardíacos ou dependência, os riscos associados a este tipo de bebida são numerosos.

 

“Além do produto e do consumo do momento, estamos em um círculo de hábitos que se instalam. O consumo também pode aumentar com o tempo, porque buscamos mais sensações e excitação”, diz Arnaud Ancion , cardiologista do Hospital Universitário de Liège.

 

À noite, esses refrigerantes são muitas vezes misturados com álcool. 17% dos jovens europeus o fazem com os perigos que conhecemos.

“Este já é o caso nos Estados Unidos e na Europa até certo ponto. Por enquanto, não há consciência suficiente dentro das autoridades públicas e da população para conter esse desenvolvimento”, afirmou. acrescenta Arnaud Ancion.

 

Na Bélgica, 69 milhões de litros dessas bebidas energéticas são vendidos a cada ano. Atualmente, nenhuma legislação comparável à da Inglaterra é planejada aqui.

 

 

 

Fonte: RTL Info

02/09/2018

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