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Segundo o MINED, em San Miguel, 95% dos refeitórios escolares não vendem alimentos processados.

 

“Por favor, me venda uma limonada com güisquil. É o meu favorito porque é muito refrescante “, diz um estudante do Complexo Educacional Ofelia Herrera, na cidade de San Miguel, a dona Yanira Salmeron, que aprendeu a fazer esta bebida durante um workshop ministrado por funcionários do Ministério da Educação (MINED) aos proprietários e funcionários de lojas escolares que, há alguns anos, operam sob o formato de cafeterias saudáveis.

 

Doña Yanira atende a aluna do nono ano e depois mostra os produtos que tem à venda: refrigerantes naturais com frutas da estação, horchata fresca, cacau e cevada; além disso, pães com frango, hambúrgueres de carne de soja, pão de alho e feijão com queijo e molho de tomate natural. Também mostrou frutas e outros produtos alimentícios que passaram no teste de qualidade das autoridades da instituição e representantes dos Ministérios da Educação e da Saúde.

O que é proibido vender neste e em todas as cafeterias do sistema de ensino público são bebidas carbonatadas e bicos ensacados, bem como alimentos contendo salsichas, produtos processados ​​e com gordura.

 

Apesar dos esforços feitos pelo MINED, verificou-se que alguns cafés vendem doces, biscoitos de chocolate e chocolate comercial de leite, que têm altos níveis de açúcar e conservantes artificiais.

 

O diretor do departamento do MINED, Mario Somoza, assegurou que 95% das lojas escolares cumprem as recomendações.

 

 

Fonte: La Prensa Gráfica

08/07/2018

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